Quarta-feira, Março 31, 2004


Das decisões acertadas

Pois estava mesmo mais do que na hora de eles proibirem os tais bingos. Quanto aos empregos perdidos por aqueles que trabalhavam nesses estabelecimentos, que sejam considerados um mal menor. Afinal, para cada sujeito honesto que nas casas de jogo ganhava seu pão, havia, a qualquer hora do dia ou da noite, pelo menos quinze desocupados gastando seu tempo enquanto poderia estar trabalhando ou empreendendo para o bem da sociedade - e, se fosse o segundo caso, quem sabe não estaria empregando bem mais gente numa atividade mais construtiva.

F.Schüler [3/31/2004 10:06:50 PM] Comentários:


Páscoa, quilogramas e utilidade pública

A Cláudia, minha madrasta e mestre na incontestável arte da confeitaria alemoa, está sabotando minha dieta de guerra com sua nova linha de guloseimas pascais. Encomendas de coelhinhos, ovos e bombons com recheio de licor podem ser feitas pelo (51) 593 1882.

F.Schüler [3/31/2004 09:24:39 PM] Comentários:

Terça-feira, Março 30, 2004


Sinal dos tempos

Eu jamais imaginei que um CD da Som Livre um dia entraria na minha casa. Com licença que tenho uns Scorpions e Europes para ouvir.

F.Schüler [3/30/2004 10:19:19 PM] Comentários:

Sexta-feira, Março 26, 2004


Energia potencial

Às vezes, parece mesmo que as idéias se escondem nalgum quarto menos arejado do intelecto, guardando forças para o melhor momento de voltarem à luz. Até lá, resta cercar todas as saídas - e torcer para que, acuadas pelos guardas da consciência, elas não tenham dignidade suficiente para definharem por lá mesmo.

F.Schüler [3/26/2004 10:11:39 PM] Comentários:

Terça-feira, Março 23, 2004


Brian, o sacrílego

Eu já tinha ouvido, de costas para a TV, a nova propaganda da Pepsi, aquela que tem como trilha sonora o megaclássico We Will Rock You cantado pelas queridinhas da indústria fonográfica.

Mas eu não tinha visto que, além de a peça publicitária trazer uma participação especial de Enrique Iglesias como imperador romano, Brian May, em pessoa, aparece na platéia, compactuando de sorriso no rosto com aquele linchamento da sua obra. Se eu fosse ele, dormiria de luzes acesas. O espectro intranqüilo de Freddie pode vir visitá-lo à noite, entoando Who Wants to Live Forever a título de convite.

F.Schüler [3/23/2004 10:29:41 PM] Comentários:


Oooh, god speed to you!

Com absolutas honra e satisfação, anuncio que o rapaz pequeno e de cabelos vermelhos que bebe pouco e dorme no chão acaba de lançar seu blog. Conheçam o Primeiro dos Três.

F.Schüler [3/23/2004 09:02:04 AM] Comentários:

Segunda-feira, Março 22, 2004


A.I.

Acabo de colocar no meu drive D o álbum Behind, daquela banda alemã de progmetal modestamente denominada Superior. O Windows Media Player recupera da Internet as informações de banda, disco e faixa para exibir na tela durante a execução, e isso, na esmagadora maioria das vezes, funciona muito bem, mesmo em se tratando de bandas obscuras que só eu ou meus amigos mais próximos conhecemos e gostamos.

Dessa vez, porém, o programa não reconheceu a bolachinha em questão. Enquanto escuto a bela Why, o WMP acredita estar reproduzindo a música Lorito Real, de uma tal de Juanita Reina, em seu disco La Reina de la Canción

Mas isso não quer dizer que o software não tenha feito o seu trabalho. Na verdade, por alguma misteriosa coincidência, ele parece ter mesmo feito o melhor que podia para a ocasião. E eu invoco um intertexto acidental entre alguns dos títulos para dizer isso. A faixa seguinte do CD, Call 911, virou Ay! Calle de Sacramento! Eu não sei grafar exclamações hispânicas, mas o espírito de urgência do título original parece ter resistido ao curioso erro da matemática. A onírica e escapista Dreamtime, por sua vez, foi rebatizada como Por Donde Quiera que Vaya.

O acaso, em sua ação, reservou espaço até para algum refinamento. A faixa 9, chamada Total Void, ganhou de seu aleatório benfeitor um lirismo adicional: chama-se agora Una Copla en el Aire.

F.Schüler [3/22/2004 10:00:23 PM] Comentários:

Quarta-feira, Março 17, 2004


Vox populi

Às vezes, como toda a opinião pública, eu me torno momentaneamente favorável às punições draconianas. Não, eu não vou renegar as benesses da civilização. Só acho que faz parte do bom pragmatismo reconhecer que certos criminosos não podem ser recuperados, porque seus crimes não são fruto de uma fraqueza, um deslize temporário de caráter - e sim de uma sólida convicção.

Esse Sérgio Naya, por exemplo. Livre como um pássaro, pegaram ele a ponto de se bandear pro Uruguai. Ele não tem volta. É um pulha de marca maior. Devido ao grande sucesso dos seus anos de maracutaia, seu lucro, ou o da sua linhagem, está garantido. Mesmo que ele seja processado, preso, repreendido exemplarmente, haverá em seu rosto para sempre aquele resquício de um sorrisinho irônico, próprio de quem sabe que sua vida podre valeu a pena - literalmente. Portanto, por que não entregá-lo às multidões, para que possam equilibrar as contas (senão as públicas, ao menos as do universo) enquanto espancam, pisoteiam, despedaçam e arrastam sua carcaça pelas ruas com grande alegria?

Ora, eu estou só perguntando.


Dos empregos

Existe um indício de que o problema do desemprego no Brasil não é grave, e esse indício está diante de nossa vista, entrando em nossa casa, todos os dias. Ele se chama Lasier Martins.

Para aqueles que não têm a alegria de morar nas terras do extremo sul, vale a legenda: o referido cidadão é colunista, por assim dizer, do programa Jornal do Almoço, da RBS TV. E isso desde que me conheço por gente.

Ele é pago (regiamente, supõe-se) para aparecer três minutos por dia na televisão comentando notícias que todos já ouviram com idéias destinadas a formar opiniões que já se formaram. Parece complicado, mas uma pequena amostra das formidáveis conclusões desse senhor deve elucidar a questão:

A justiça precisa agir com rigor...

Os transgênicos são um assunto polêmico...

A lei deve ser cumprida à risca...

Se tamanha fonte de repetição do óbvio pode ter status de comentarista político no telejornal de maior audiência do Estado, eu não morro de fome.

F.Schüler [3/17/2004 08:58:15 AM] Comentários:

Terça-feira, Março 16, 2004


Um causo


"If you're gonna die, die with your boots on."

-Iron Maiden




Ontem a Vicki, amizade de longa data que vive há vários anos no Rio de Janeiro, escreveu em seu blog contando a surreal e improvável experiência de ter assistido, em meio a uma zapeada matinal de domingo, ao programa de música gauchesca Galpão Crioulo.

Isso me lembrou de uma história, da qual não fui testemunha mas que, em suas mais diversas versões, circula há alguns anos em meu pequeno grupo de amigos. Peço permissão ao leitor para não me limitar ao factual - e perdão por quaisquer floreios de imaginação que à narrativa original eu venha a acrescentar. Afinal, como todas as grandes histórias, esta, que até o momento jamais fora escrita, também é mais lenda do que notícia.

E conta essa legendária anedota que certa noite, há algum tempo, estava o Jackson, amigo (e baixista) deste narrador, arrumando-se para ir a um fandango no Centro de Tradições Gaúchas de sua cidade, a pequena mas não muito pacata Portão - uma cidade tão gaudéria, mas tão gaudéria, que tem o CTG como seu centro geográfico. Pôs a bombacha de baile, a melhor camisa. Ajeitou a guaiaca na cintura, o lenço no pescoço, e calçou as botas.

Ah, as botas! Botas sanfonadas, de cano longo, de confecção esmerada, com belas esporas e feitas com o couro mais fino que se encontrava por aquelas bandas. E brancas. Brancas como a geada que regela o pasto da coxilha pela manhã!

E lá se foi o Jackson rumo à festança, pilchado a rigor e com seus cabelos, que iam até a cintura, ondulando ao vento da noite, disposto a transformar em canha cada moeda que levava na guaiaca e dançar com sua prenda até os calos doerem.

O galpão já estava movimentado, mas ainda não havia música. Das mesas, arrumadas pelas bordas do salão, ouvia-se a conversa das famílias e dos grupos de amigos, todos conhecidos entre si, como costuma acontecer em cidades como aquela. No meio, o espaço de dança ainda estava vazio. Nosso herói foi entrando, cumprimentando os amigos com alegria e entusiasmo.

No lado oposto ao da entrada, havia uma aglomeração de pessoas, aparentemente muito interessadas em algo ou alguém. Elas falavam alto e ouviam atentamente a uma voz que emanava do centro do grupo - uma voz idosa, carregada de sabedoria e autoridade. Com os primeiros passos de Jackson nas tábuas do soalho, o burburinho se abriu e expôs a figura de um velho, sentado numa cadeira, de braços cruzados. Num segundo, em todo o galpão, cada átomo de alegria se fez silêncio. Ele olhou para o jovem que entrava. Seu espesso bigode oscilou com as palavras, pronunciadas com trovejante severidade:

- Isso não pode!

Jackson olhou ao redor. Tudo quieto. Era com ele mesmo.

- Tás falando comigo, tchê?

- Tu mesmo. Tu não pode entrar num CTG assim, piazito.

- Assim como? - perguntou o Jackson, que de largada já não morreu de amores pelo sujeito, e menos ainda pela forma de tratamento.

- Com essas bota.

O jovem se acercou com calma mas decisão, para melhor poder virar o braço na cara do desaforado quando chegasse a hora. Pisou com uma das botas sobre uma cadeira, e debruçou o cotovelo sobre a perna. Olhos fixos e queixo erguido, desafiou:

- E o que têm de más as minhas bota, seu guasca?

- São branca. E bota branca não pode.

- Eu uso o que eu quisé.

- Não senhor. Bota branca é contra a tradição.

"Mas será o pé do mico?", deve ter se perguntado, naquele momento fugidio, nosso já célebre protagonista. "Esse índio velho me pega assim, logo de entrada, pra arranjar encrenca? Quem ele pensa que é?" E o velho, como que lendo os pensamentos privados do outro acrescentou, numa tentativa ágil de vencer a pendenga:

- Por acaso tu sabe com quem tu tá falando, gurizote? Meu nome é Paixão Côrtes!

Relâmpagos no galpão. A mera pronúncia daquele nome produzia uma espécie de admiração santificada, unida a um respeito tão pungente que muitos confundiriam com horror. Se o movimento tradicionalista gaúcho fosse um deus, Paixão Côrtes seria seu messias. Sua vida se confunde com a história dos CTGs e a própria identidade cultural do Rio Grande do Sul. O imponente Monumento ao Laçador, que fica na entrada de Porto Alegre e é símbolo da cidade e de todo o Estado, teve ele como modelo - em seu viço de outrora, é claro. Mas o jovem, como todo bom bagual, era irredutível:

- E o meu é Jackson Ritter, eu freqüento esse CTG há mais tempo do que tu e uso a merda que me der na telha! Velho abusado...

E deu o assunto por encerrado.

F.Schüler [3/16/2004 12:09:44 AM] Comentários:

Quinta-feira, Março 11, 2004


Mais um

Dêem um olá para o Ronan, editor-chefe, fundador, mentor espiritual e conselheiro metafísico do Heavy RS em seu blog novo em folha, o Letter Paper.

O número de links na coluna à esquerda está crescendo. Preciso colocá-los em ordem alfabética, qualquer hora dessas.

Qualquer hora dessas, eu disse.

F.Schüler [3/11/2004 11:47:08 PM] Comentários:


Do arco da velha

Pois essa semana eu dei uma trégua pros combates aéreos 3D e voltei a jogar o tipo de jogo eletrônico que entretia as pessoas antes das placas gráficas, polígonos, texturas e efeitos sonoros de alta definição. Tirei o emulador de Atari do fundo do HD e providenciei um programa equivalente para o console rival da mesma época, o Odyssey.

Não contente com isso, fiz uma pequena escavação arqueológica aqui em casa e encontrei, coberto por anos de poeira, meu velho Atari 2600 com sua coleção de cartuchos.

E sabem de uma coisa? Fora o mau contato nos controles, ele funciona perfeitamente. Houve um tempo em que as coisas eram mesmo feitas para durar.

F.Schüler [3/11/2004 11:35:22 PM] Comentários:

Quarta-feira, Março 10, 2004


Problemas de compatibilidade

Eu vou refazer um apelo que venho fazendo há algum tempo. Esse blog não pode ser visto em sua forma correta por quem usa versões mais antigas do Internet Explorer. A coluna dos posts se mescla com a coluna da esquerda e fica tudo uma bagunça. Se algum de vocês que mexem com html ou entendem de programação de templates sabe o que pode estar causando isso, por favor me dê uma luz. Eu não sei nem por onde começar.

F.Schüler [3/10/2004 10:40:04 PM] Comentários:

Terça-feira, Março 09, 2004


Boa música

Estou ouvindo o recém-baixado AcCult (1996), álbum acústico da excelente banda de metal progressivo alemã Vanden Plas. É uma daquelas coisas que eu deveria ter conhecido antes. Aliás, toda a discografia dos caras, que está rapidamente se tornando uma das minhas favoritas, cabe muito bem nessa definição.

Com a exceção do álbum de estréia Colour Temple, que parece ter um notável excesso nos agudos (ou então as minhas MP3 é que são vagabundas), surpreende que uma banda praticamente ignorada pelo grande público tenha sempre tanto cuidado na mixagem de seu som. Normalmente, e muito mais quando se trata de metal, menos fama, por também significar menos dinheiro, proporciona uma sonoridade mais desagradável. Aqui, a regra não se aplica.

O disco acústico inclui uma música bastante bela, piano-e-voz, chamada Des Hauts, Des Bas que parece ser do cantor suíço Stephan Eicher e é cantada em francês. Está na minha lista de coisas a mostrar para alguma eventual pessoa que deseje mudar sua opinião sobre as bandas de heavy - embora duvido que isso realmente exista. Quem gosta, sabe. Quem não gosta, bom sujeito não é, para seqüestrar de leve o velho chavão sambista.

Já o meu problema é com o idioma do champagne e do croissant. Eu tenho uma certa resistênca com relação à pronúncia do francês por vozes masculinas. Acho que só mulheres deveriam poder falar essa língua acetinada - e nunca antes do pôr do sol.

F.Schüler [3/9/2004 11:21:18 PM] Comentários:


Acréscimos

Novos links ali à esquerda. Sejam simpáticos e confiram.

F.Schüler [3/9/2004 11:18:56 PM] Comentários:

Segunda-feira, Março 08, 2004


Hoje

Hoje de manhã, eu estava cheio de idéias para escrever. Eu ia postar sobre isso, ia postar sobre aquilo - e os louros da glória iriam repousar sobre a minha cabeça, e minha consciência de dever cumprido me daria tapinhas nas costas exibindo um sorriso bonachão de orelha a orelha.

Mas agora eu mal consigo me lembrar do que eu ia falar, afinal.

Dizem que as boas idéias são aquelas que realmente ficam. As idéias ruins, essas o resíduo de bom senso que continua a funcionar em nossa mente quando cuidamos de nossas lides diárias trata de eliminar, pelo bem da nossa reputação. Mas nunca consegui ficar totalmente tranqüilo com relação a isso. Eu não confio no meu subconsciente. Pelo menos não na parte dele que se ocupa de selecionar os meus projetos de escrita quando não estou olhando. Acho que, quando lhe dou as costas, ele se revela um sujeitinho metido, que bagunça as gavetas dos meus pensamentos, espalhando as folhas e alfarrábios por todos os cantos e rasgando os manuscritos imaginários mais promissores por pura inveja e mesquinharia. Assim, morro de medo de deixar, por pura distração, alguma grande epifania se perder para sempre nalgum beco escuro da minha cabeça.

Foi numa dessas que sumiu da minha cuca o artiguinho de opinião sobre indústra cultural, heavy metal e popularidade que eu ia escrever pro site Heavy RS a convite de seus fundadores. O artigo, por exatamente esse tipo de negligência minha, nunca passou pelos meus dedos e se dissolveu nas nuvens da memória de tal forma que, com toda a razão, o pessoal do site escolheu outro colunista para o meu lugar.

Mas isso não é o fim do mundo. O que não tem solução, solucionado está. Pelo menos passaram a oportunidade a alguém que não fará feio.

F.Schüler [3/8/2004 11:59:47 PM] Comentários:

Quinta-feira, Março 04, 2004


Nem Bush, nem Kerry

O melhor presidente para os EUA está aqui.

F.Schüler [3/4/2004 08:48:21 AM] Comentários:

Quarta-feira, Março 03, 2004


Solitude

To sit on rocks, to muse o'er flood and fell,
To slowly trace the forest's shady scene,
Where things that own not man's dominion dwell,
And mortal foot hath ne'er or rarely been;
To climb the trackless mountain all unseen,
With the wild flock that never needs a fold;
Alone o'er steeps and foaming falls to lean;
This is not solitude, 'tis but to hold
Converse with Nature's charms, and view her stores unrolled.

But midst the crowd, the hurry, the shock of men,
To hear, to see, to feel and to possess,
And roam alone, the world's tired denizen,
With none who bless us, none whom we can bless;
Minions of splendour shrinking from distress!
None that, with kindred consciousness endued,
If we were not, would seem to smile the less
Of all the flattered, followed, sought and sued;
This is to be alone; this, this is solitude!




Byron, seu perneta desgraçado. Agora eu preciso acampar.

F.Schüler [3/3/2004 10:00:45 PM] Comentários:

Terça-feira, Março 02, 2004


A weekend warrior sometimes

Disciplina é uma das minhas qualidades mais instáveis. Preciso de toda ela neste momento, portanto, para evitar mais uma daquelas sessões de nostalgia poética que, eu sei, podem ser tão enriquecedores de nossas almas em alguns momentos - mas que, se eu deixar, vão acabar ocupando um espaço maior do que o devido por aqui.

Digo apenas que tive, na minha vida, muitos fins de semana que fariam o último parecer inocente como um piquenique no zoológico (embora até isso possa receber variações interessantes). Mesmo assim, algumas constatações divertidas podem ser extraídas do último sábado e domingo. Perdoem-me eventuais hermetismos antes e depois dos dois pontos:

- Beber mais do que o que se comeu e não dispor de uma cama para descansar o cadáver depois disso não faz bem. Certos estão aqueles que bebem um copo ou dois e dormem no chão. E eu tenho fotos para provar isso.

- Eu não nasci para fumar cachimbo. Quem diz são os meus alvéolos.

- Que nome dar a uma sobremesa feita de omelete, morangos e amoras?

- O posto BR da Júlio de Castilhos, em Porto Alegre, ainda serve o pior café preto conhecido pela Humanidade.

- Carreteiro de lingüiça e prêmios de R$ 1,99 tornam qualquer cerimônia do Oscar memorável - mesmo as mais previsíveis.

F.Schüler [3/2/2004 11:27:53 PM] Comentários:

Segunda-feira, Março 01, 2004


Preciso admitir uma coisa

Estou ficando velho para o tipo de fim de semana que tive. Detalhes mais adiante.

F.Schüler [3/1/2004 08:19:08 AM] Comentários: